segunda-feira, 9 de novembro de 2015


FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: DIVERSIDADE, DIÁLOGO, AUTONOMIA.

HISTÓRICO, LEGISLAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS DA EJA

VARGAS e FANTINATO (2011) ressaltam a importância de uma formação docente para a Educação de Jovens e Adultos, baseada na preparação teórico-metodológica dos conceitos de diversidade cultural, diálogo, autonomia e o desenvolvimento de uma Proposta Curricular voltada para esta modalidade de ensino, relatando como os professores da EJA vivenciam os desafios da prática docente e suas motivações para atuarem nesta modalidade de ensino.
Através de entrevistas realizadas com professores da EJA do Rio Janeiro que participaram de formação continuada promovida pela SME-RJ em 2004 e 2008, as autoras destacam os seguintes itens na pesquisa: Trabalho docente na EJA, Desafios da formação de professores de Jovens e Adultos e as Implicações da formação continua para o desenvolvimento de proposta curricular em EJA.
Segundo PAIVA (1973) a EJA é considerada uma modalidade diferenciada, pois está fora dos moldes tradicionais do ensino regular e a formação docente deve ter uma configuração adequada a este público, sendo que as Políticas Públicas devem proporcionar uma educação de qualidade comprometida com a construção da cidadania.

Trabalho docente na EJA: Motivações e escolhas
Na pesquisa realizada por VARGAS e FANTINATO (2011) os professores entrevistados relataram que atua na EJA por distintas motivações, como conveniência do horário noturno, acréscimo de porcentual ao salário, possibilidade de trabalhar perto de casa e entre outras. 
            A preparação inicial dos professores de diversas áreas destinadas para atuarem no ensino regular não possui uma formação específica e adequada para EJA, uma preparação teórico-metodológica que ressaltassem as especificidades dos alunos desta modalidade de ensino.
Para RIBAS e SOARES (2012) a concepção moderna do professor da EJA exige uma sólida formação científica, técnica e política, atreladas às práticas pedagógicas críticas e conscientes para avaliar a atual condição da educação.
            Os professores da EJA desenvolvem seu trabalho pedagógico, através do conhecimento construído no cotidiano com os alunos, como a troca de experiências entre aluno e professor, e os professores continuam atuando na EJA porque sabem como é importante a escolarização para esses alunos, pois estes sujeitos possuem suas histórias de vidas tecidas na exclusão, a (re)inserção desses alunos e a permanência dos mesmos no âmbito escolar contribuirão para a redefinição da identidade dos mesmos.
Para BANNEL (2001, P.22) “cada sala de aula está inserida em um contexto sociocultural que é plural, marcado pela diversidade de grupos e classes sociais, visões de mundo, valores, crenças, padrões de comportamentos, etc., uma diversidade que está refletida na sala de aula”. Esta diversidade e realidade destes sujeitos devem ser consideradas pelo educador quando for realizar as suas práticas.
            Os motivos que fazem com que os professores atuam na EJA estão relacionados a um espaço maior de autonomia, por ser um trabalho docente desenvolvido com alunos adultos, propícia uma maior interação entre ambos e a proximidade da faixa etária é um dos fatores que motivam a aproximação dos mesmos, mantendo desta forma um diálogo mais aberto sobre questões sociais.
            Outro fator é origem social dos professores da EJA, os quais viveram em contexto social como seus alunos, sendo que seus pais puderam cursar somente as series iniciais, este fator contribui para valorização da educação não formal, vivenciadas pelos sujeitos envolvidos neste processo de construção de aprendizagens, sensibilizando sobre a diversidade cultural existente.
           
Desafios da formação de professores de Jovens e Adultos
Entre os desafios encontrados pelos professores da EJA estão às questões relacionadas à diversidade cultural, ao diálogo e a autonomia, neste contexto a preocupações com a diversidade e igualdade, também a diferencia da faixa etária entre os alunos, e seus múltiplos papéis que ocupa na família, fatores que dificultam a percepção das identidades individuais e da turma em geral, realizadas pelos professores.
            A EJA é uma modalidade de ensino que se originou na desigualdade e na exclusão, e atuar nesta modalidade de ensino é enfrentar vários desafios, sendo necessário compreender que todos somos seres únicos, com características diferentes, mas possuem os mesmos direitos, perante a essa diversidade e com objetivo de identificar as múltiplas realidades existentes na EJA.
Deve ser reconhecidos e valorizados os saberes não formais dos alunos, e contemplados no planejamento do professor, suprindo as peculiaridades e necessidades de cada aluno, reconhecendo a identidade cultural de seus alunos, através de um afetivo diálogo entre os sujeitos envolvidos neste processo.
            VARGAS e FANTINATO (2011) ressaltam a concepção de Freire que vincula o processo dialogal ao próprio ato de conhecer, neste contexto se faz necessário o diálogo entre as áreas do conhecimento e os diferentes saberes dos alunos jovens e adultos trabalhadores.
             Questões relacionadas à dinâmica e autonomia tem sido um assunto abordado pelos professores, os quais visam combater a baixa autoestima de seus alunos, e que em busca de contemplar as especificidades dos alunos se questionam sobre a influência que a sua autonomia pode trazer aos conteúdos curriculares.
              A construção da autonomia ocorre através do diálogo, dos saberes de todos os envolvidos no processo de aprendizagem, sendo vivenciada pelos professores em seu trabalho docente e através da formação continuada de professores.
            De acordo com VARGAS e FANTINATO (2011) os cursos de licenciaturas deveriam abordar assuntos que privilegiam a diversidade, a autonomia e o diálogo, favorecendo desta forma uma educação que leve em conta os saberes, os processos de construção do conhecimento dos alunos e a construção de uma prática docente crítica e transformadora na EJA.
                Através da interação entre aluno e professor, e dos saberes não formais,  os conhecimentos curriculares vão sendo construídos e reconstruídos, tornando assim os novos conhecimentos significativos, pois a educação oportuniza a cada indivíduo conduzir o seu processo formativo.  O trabalho de construção da autonomia do professor da EJA, esta sendo construído juntamente com os alunos, através do diálogo sobre os interesses e necessidades de cada um.
             
Implicações da Formação Continuada para o Desenvolvimento de Proposta Curricular em EJA
              Na formação continuada de professores na EJA são abordadas questões relacionadas aos princípios de diversidade, diálogo e autonomia, como um direito à uma educação de qualidade para as camadas populares, esses espaços e tempos de formação são fundamentais, porque através da troca de experiências entre profissionais a formação possa a ser reinventada.
Os conteúdos devem ser articulados em uma perspectiva intercultural e interdisciplinar, visando entender como esses saberes foram construídos, as motivações que os professores adquiriram com as experiências acabam dificultando-os de reconhecer os saberes construídos nas práticas sociais.
O professor deve identificar esses múltiplos saberes dos alunos e mediá-los com os saberes escolares, contribuindo para o desenvolvimento de uma proposta curricular alternativa para esta modalidade de ensino, que diminui à distância entre a formação inicial e a prática docente na EJA.

 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BANNEL, R. Formação discursiva do professor e a (re) construção crítica do saber pedagógico, In. Movimento: revista da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, nº 4 Niterói, Set.2001.

PAIVA, V.P. Educação popular e educação de Adultos: contribuição à História da Educação Brasileira. São Paulo: Loyola, 1973, p.57.

RIBAS, Marciele Stiegler; SOARES, Solange Toldo. Formação de professores para atuar na EJA; uma reflexão para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da prática docente, In. Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul. 2012.

VARGAS, Sonia Maria; FANTINATO, Maria Cecilia de Castello Branco.  Formação de professores da educação de Jovens e Adultos: Diversidade, diálogo, autonomia, In. Rev. Diálogo Educ., Curitiba, v.11, n. 34, p.915-331, Set./Dez. 2011. Disponível na Disciplina Histórico, legislação e Políticas Públicas da EJA. Curso de Especialização de Educação de Jovens e Adultos na Diversidade. FURG, 2011.




O MUNDO DO TRABALHO: NO CAPITALISMO MODERNO E NA EJA

1 INTRODUÇÃO
                   
A Revolução Industrial causou um grande impacto na sociedade, principalmente no trabalho e na educação da EJA, onde os indivíduos sentiram a necessidade de ter uma formação profissional, para atender a demanda do mercado de trabalho, bem como atender as necessidades de uma sociedade capitalista, onde as pessoas trabalham visando acumular riquezas.
A sociedade passou por algumas transformações, se antes era o modo feudal que regia, onde o domínio era da economia de subsistência, com pouco foco para a troca, e o comércio agora é o modo capitalista, que é a produção por troca e consumo. A educação na época capitalista forja a ideia de escola pública, gratuita, com a responsabilidade pela reprodução do modo de produção capitalista.

2    DESENVOLVIMENTO

2.1 O mundo do trabalho: No capitalismo moderno

O termo trabalho foi construído historicamente, sobre a ação do homem, o qual foi visto como a essência da vida humana, pois o homem age na natureza adequando e transformando-a para suprir as suas necessidades.
De acordo com SAVIANI (2007, p. 154) “Prevalecia, aí, o modo de produção comunal, também chamado de “comunismo primitivo”. Não havia a divisão em classes. Tudo era feito em comum”.
Para o autor o trabalho na sociedade primitiva era realizado coletivamente, não havendo separação por classes sociais, e com o desenvolvimento da produção, da apropriação privada da terra, gerou uma divisão de trabalho, uma separação por classes sociais.  Sendo elas: A classe dos proprietários e a dos não proprietários de terras, neste período o trabalho era realizado dominantemente pelos escravos, onde os beneficiados eram os proprietários.
A relação trabalho e educação sofreram novas alterações devido a um novo modo de produção capitalista, diferente do modo feudal, no capitalismo a produção era realizada por troca, ou seja, pelo consumo, neste contexto as indústrias surgiram, exigindo uma qualificação profissional e especializada para promover uma concorrência de mercado.
 Com o capitalismo percebemos que os lucros são produzidos pela classe menos favorecida, ou seja, a exploração da mão de obra menos qualificada para o benefício da burguesia.
O filme “Servidão Moderna” representa a sociedade contemporânea, ou seja, capitalista, a qual se entende que trabalhamos para adquirir riquezas, e essas riquezas foram produzidas por outros trabalhadores que estão em busca de mais bens ou riquezas, subentende-se que estamos na civilização moderna, capitalista e mercante, escravos trabalhando para escravos.
Desta forma se gera uma rotina muito viciosa que é o consumismo, onde se procura trabalho, para se ter recursos financeiros, para se obter riquezas, sendo que, essas riquezas são produzidas na sua maioria de formas limitada, o que aguça ainda mais nossa vontade de consumir.
 Gerando assim uma falsa sensação de liberdade e de escolha, tanto no quesito comercial (consumir marca A ou B) como no quesito político, votar no Partido A ou B, enquanto que de acordo com o filme, não existe nenhuma diferencia em essência apenas na forma que foi apresentada.


2.2 O mundo do trabalho: Educação de Jovens e Adultos

  De acordo com SAVIANI (2007, p.154) “A origem da educação coincide, então, com a origem do homem mesmo”. Neste contexto o homem aprende com a interação, socialmente constrói suas aprendizagens, através de suas experiências de vida, se educando e educando os demais, sendo a educação uma ação espontânea e coletiva, presente inclusive em um momento anterior a escola.
Na sociedade primitiva não havia uma educação diferenciada, e nem no trabalho, mas com a produção, gerou uma divisão de classes sociais, influenciando diretamente na educação, onde a classe proprietária era para os homens livres, direcionadas a atividades intelectuais, ou militares realizadas dentro da instituição escolar e a não operária era destinada a escravos e serviçais, realizada fora da escola, sendo a educação voltada ao próprio trabalho.
Neste contexto houve uma ruptura entre a educação e o trabalho, devido à construção de uma sociedade por classes sociais, nas formas escravista e feudal, mas através da Revolução Industrial constituiu-se um novo modo de produção, o capitalista, que gerou grandes transformações, principalmente referentes à educação, a qual era primeiramente direito de poucos, ou seja, de elite, e passa a ser direito de todos e gratuito, mas ainda não havendo uma busca de educação igualitária a todas, tendo em vista o caráter pragmático e utilitário da educação para as classes baixas, com foco numa criação de um melhor e mais efetivo operário.
De acordo com SAVIANI (2007, p. 159) “O impacto da Revolução Industrial pôs em questão a separação entre instrução e trabalho produtivo, forçando a escola a ligar-se, de alguma maneira, ao mundo da produção.”.
A Revolução industrial influenciou na organização escolar, fazendo com que a escola voltasse ao mundo do trabalho, para atender as demandas de uma sociedade industrial, oferecendo uma educação relacionada ao trabalho, bem como cursos profissionalizantes ligados a produção.
A sociedade passou por varias transformações, as quais influenciaram na educação da EJA e no mundo do trabalho, exigindo do trabalhador uma qualificação profissional, que atendesse as demandas do atual mercado de trabalho.
A educação para jovens e adultos torna-se uma realidade a partir do final do século XIX em alguns países considerados desenvolvidos do ponto de vista de sua industrialização e algumas conquistas sociais, como no caso da Inglaterra. Para ROMANZINI (2010) o conceito para essa modalidade de ensino era de “educação contínua”, sugerindo que o processo de aprendizagem deveria se processar de forma constante, sem limites estanques.
O Ensino de Jovens e Adultos no Brasil (EJA) está inserido na meta do Estado brasileiro de erradicar o analfabetismo juntamente com a de proporcionar à população cuja faixa etária não se adéqua mais ao Ensino Fundamental e Ensino Médio, a complementação de sua formação escolar.
Embora as cartilhas do governo enfatizem a necessidade de promover entre os sujeitos do EJA, segundo SAVIANI (2007) o aprendizado para a formação escolar, também está enfatizada a formação de sujeitos sociais críticos e aptos a lidar com as exigências de um mundo em transformação. Mas o que se observa, na prática, são pessoas voltando aos bancos das salas de aula em busca de uma certificação básica, a fim de, em sua maioria, estarem mais aptos ao mundo do trabalho, não que isso fosse garantia.
Atualmente, no entanto, é notório que o público adulto está inserido ou tentando se inserir no processo profissional. Em outras palavras, tentando garantir o emprego ou buscando alguma forma de trabalho que possibilite antes de tudo, a própria sobrevivência ou um maior status e mobilidade econômica.
ROMANZINI (2010) coloca que as classes menos favorecidas, basicamente trabalhadores de baixa renda, juntamente com etnias pardas, negras e mestiças em geral, estão excluídas de uma práxis verdadeiramente educativa e de consciência transformadora.
Para a autora a consequência é uma educação elitizada, ou melhor, uma educação de qualidade cujo acesso está focado nas elites, restando às classes e etnias citadas (o que em muitos casos, é a mesma coisa) uma educação precária e de qualidade questionável. Os trabalhadores, sobretudo, recebem aquilo que para eles está previamente definido por uma sociedade estruturada pelo capitalismo que em tese lhes permitirá servir apenas como melhor mão de obra.
Para estes trabalhadores são destinado um tipo especifico de educação: Fragmentada, superficial, de baixíssima qualidade, formatada para a composição de um exército de reserva de mão de obra barata e disponível a qualquer tempo.
A história do capitalismo é, antes de tudo, a história do esforço da classe capitalista em controlar e disciplinar a classe trabalhadora, para que aceite desempenhar um trabalho, o mais diligente possível e que esses trabalhadores conformem-se com o fato de que os produtos desse trabalho sejam apropriados pelos capitalistas e apenas a eles gere riquezas. (WOLFF, 2004, p.2)
E o público do EJA é revestido de uma imagem de exclusão social. Segundo MARTINS (1997), referindo-se ao grande contingente de mão de obra precária tida como excluída da cidadania, não existe exclusão, porque todos estão incluídos na sociedade. O que há é uma fetichização da ideia de exclusão. Sociologicamente não existe exclusão. Existe uma inclusão precária, instável e marginal decorrente de uma situação econômica.
E que resulta para muitos na sociedade, em ocupar apenas lugares residuais. A exclusão passou a ser notada porque a inclusão proposta pelo capitalismo está muito lenta. O período de passagem da exclusão para a inclusão está muito longo, ultrapassou a transitoriedade, está se transformando num modo de vida. (MARTINS, 1997).
Neste contexto está visível que na atual sociedade capitalista há uma grande desigualdade social, onde a exclusão se faz presente, os alunos da EJA são alunos que já foram excluídos pelo ensino regular, e buscam nesta modalidade de ensino a sua inserção na sociedade, no mundo do trabalho, bem como sua valorização.


3 CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Tanto o trabalho como a educação foi constituído socialmente, passaram por transformações, visando atender a demanda da sociedade correspondente a cada época, influenciando diretamente no modo de vida. No caso de uma sociedade capitalista tanto o trabalho como a educação tem como objetivo manter certo status, embora permita certa mobilidade (ou ilusão de mobilidade) social, que serviria exatamente como forma de proteger o sistema.
A educação tem então um objetivo a princípio de gerar apenas melhores trabalhadores para manter a “engrenagem” funcionando, que se adapta dependendo da época do capitalismo. Para sair então deste círculo vicioso é preciso que tanto os trabalhadores se dessem de conta que são a maioria e que tem o poder em suas mãos, e a escola que assumisse um papel não só de formadora de melhores trabalhadores e cidadãos utilitários, mas também como formadora de pessoas autoconscientes e capazes de mudar a si mesmos e o mundo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


MARTINS, José de S. Exclusão social e a nova desigualdade. São Paulo: Paulus, 1997.


ROMANZINI, Beatriz. EJA – Ensino de Jovens e Adultos e o mercado de trabalho. Qual ensino? Qual trabalho? Disponível em: http://www.uel.br/projetos/lenpes/pages/arquivos/aBeatriz%20Artigo. Pdf. Acessado em 20/06/15.


SAVIANI, Dermeval. Trabalho e Educação: fundamentos ontológicos e históricos. Revista Brasileira de Educação v. 12 n. 34 jan./abr. 2007. Caderno didático da disciplina EJA e Mundo do Trabalho. Curso de Especialização de Educação de Jovens e Adultos na Diversidade. FURG, 2015.



WOLFF, Simone. O espectro da reificação em uma empresa de telecomunicações: o processo de trabalho sob os novos parâmetros gerenciais e tecnológicos. Campinas: Unicamp, 2004.

domingo, 25 de novembro de 2012

PLANO DE AULA EDUCAÇÃO INFANTIL:TEMA ARTES

A professora irá contar a história “Bom Dia Todas as Cores” de Ruth Rocha, com o recurso do notebook.

Com rolinhos de papel higiênico, os alunos irão confeccionar o camaleão da história, utilizando cola colorida e purpurina para pintar.

Desenvolvimento da aula – 02/10/2012 (Terça-Feira)

Objetivos Específicos: • Estimular a criatividade;

• Realizar atividade motora ampla e fina;

• Desenvolver atividades de concentração.

Primeiro Momento:

Será apresentada aos alunos a gravura de duas obras de Romero Britto: a borboleta e a flor.

A professora irá confeccionar uma flor e uma borboleta de papelão e iremos fazer um trabalho de colagem coletivo. Os alunos irão cortar com tesoura revistas, papéis coloridos para preencher a flor e a borboleta, para esta atividade a turma será dividida em dois, uma turma ficará com a borboleta e outra com a flor, para incrementar também serão utilizadas cola colorida e purpurina.

Vamos brincar?

Será proposta a tradicional dança das cadeiras, porém, com um diferencial. Sempre que a música parar retira-se uma cadeira, porém os alunos permanecem na brincadeira. A brincadeira consiste em sentar no colo do colega. Ao invés de sair da brincadeira todos os alunos participam da brincadeira até o fim

Terceiro Momento:

Vamos ouvir e dançar a música do Toquinho “Aquarela”.

Quarto Momento: Recreio no pátio com brincadeira livre na pracinha

Desenvolvimento da aula – 03/10/2012 (Quarta-Feira)

Objetivos Específicos: • Realizar atividades de coordenação motora fina;

• Desenvolver a coordenação motora ampla;

• Reconhecer cores e numerais;

• Desenvolver a imaginação e a capacidade para a expressão plástica.

Primeiro Momento:

Serão distribuídas folhas de ofício com o desenho do peixe de Romero Britto, para os alunos fazerem a releitura da obra, utilizando EVA colorida picada e cola branca.

Segundo Momento: AMARELINHA COLORIDA

A professora irá fazer no chão da sala uma amarelinha de papel colorido e coberto por fita adesiva, pois esta atividade trabalha as cores, coordenação motora ampla e os números.

Desenvolvimento da aula –04/10/2012 (Quinta-Feira)

Objetivos Específicos: • Reconhecer as cores;

• Desenvolver atitudes de observação;

• Estimular a criatividade.

Primeiro Momento:

Hoje vamos realizar um passeio aos arredores da escola, para observar o ambiente quanto às cores das casas, dos carros, se há flores, etc.

Segundo Momento:

Após vamos fazer uma maquete, utilizando material reciclável, reproduzindo o que foi observado durante o passeio (casas, carros, animais).

Desenvolvimento da aula – 05/10/2012 (Sexta-Feira)

Objetivos Específicos: • Desenvolver atitudes de observação;

• Desenvolver coordenação motora ampla;

Primeiro Momento: Vamos ouvir a música “Aquarela” de Toquinho e após iremos realizar uma dramatização, enquanto a música está sendo tocada.

Segundo Momento:

Vamos brincar?

Hoje nós iremos jogar o Boliche das Cores, com garrafas pet e bola feita de jornal.




PLANO DE AULA EDUCAÇÃO INFANTIL:TEMA ARTES


A professora irá contar a história “O Mundinho”, utilizando o notebook.

A professora irá fazer um jogo teatral, que será realizado da seguinte maneira: após ler a história, a professora irá questionar sobre as personagens da história, em seguida irá explicar a atividade, que consiste em fazer de conta que são as personagens da história (mundinho, sol, flor, peixe, etc), então a professora conta novamente a história, e conforme as personagens são citadas, o aluno correspondente entra em cena e faz de conta que é aquela personagem.

Recreio no pátio com brincadeira livre na pracinha.

Notebook

Desenvolvimento da aula – 25/09/2012 (Terça-Feira)

• Estimular a criatividade;

• Identificar as cores

Com papel pardo vamos confeccionar o painel “Meu Mundinho”, com flores de garrafa pet, borboletas de papel (revistas), passarinho de rolinho de papel higiênico e carimbo com as mãos simbolizando a criança como parte integrante do mundo. Este painel será feito em quatro etapas.

Hoje vamos confeccionar as flores com fundos de garrafas pet, pintadas com cola colorida, as carinhas serão feitas de EVA e os talinhos de palito para churrasco pintado de verde.

Vamos brincar?

Desenhar um grande círculo no chão.

Pedir às crianças que sigam as suas orientações:

• “quero ver quem fica:

• Em cima da linha do círculo.

• Dentro do círculo.

• Fora do círculo.

• Andando sobre a linha do círculo.

• Pulando como coelhos fora do círculo.

• Agachados dentro do círculo.

• Meninas dentro do círculo e meninos fora.

• Agora, troquem as posições.

• Crianças de cabelos pretos fora do círculo.

• Meninas com cabelos presos fora do círculo.

• Meninas de cabelo curto dentro do círculo.”

Recreio no pátio com brincadeira livre na pracinha.



Fundos de garrafas pet, EVA, cola colorida, palitinhos de churrasco, giz

Desenvolvimento da aula – 26/09/2012 (Quarta-Feira)

• Estimular a criatividade;

• Desenvolver a coordenação motora fina através de dobraduras;

• Desenvolver atividades motoras através da dança.

Hoje vamos construir as borboletas de nosso mundinho, com folhas de revistas, iremos confeccionar dobraduras, para formar as borboletas. Pegue a folha de papel e vai dobrando como se fosse uma sanfona, após amarre com um barbante ao meio.

Vamos nos mexer?

Ao som de músicas da “Xuxa” Da cor do Amor e Um Novo Lugar, as crianças deverão realizar movimentos e criar coreografias.

Recreio com brincadeira livre na pracinha.

Revistas, barbantes, aparelho de som, CD de músicas da Xuxa.



Desenvolvimento da aula – 27/09/2012 (Quinta-Feira)

• Estimular a criatividade;

• Reconhecer as cores;

Hoje vamos fazer os passarinhos do nosso mundinho, com rolinhos de papel higiênico pintados de amarelo fazer nossos passarinhos, depois de seco, com EVA, fazemos as asinhas e o biquinho.

Com tinta guache, esponja e papel pardo vamos realizar um desenho coletivo, como flores, pássaros, sol, etc. com o título “Os habitantes de nosso mundinho”

Recreio com brincadeira livre na pracinha.



Rolinhos de papel higiênico, tinta guache, EVA para confeccionar as asinhas e o bico, esponja, papel pardo.

Desenvolvimento da aula – 28/09/2012 (Sexta-Feira)

• Estimular a criatividade;

• Desenvolver movimentos de coordenação motora ampla.

Hoje vamos terminar o nosso painel, com tinta guache as crianças irão fazer carimbos com as mãos no painel, representando elas como parte integrante do mundo.

Vamos nos mexer?

Corrida de obstáculos – Dividir a turma em dois grupos, a professora espalha garrafas coloridas na frente de cada grupo terminando com uma cadeira, ao sinal sonoro o primeiro aluno de cada fileira deverá correr entre os obstáculos, fazendo a volta na cadeira e retornando para a sua equipe onde o próximo aluno irá segurar em sua cintura e juntos farão o percurso novamente e assim sucessivamente até que todos os alunos do grupo tenham passando pelo caminho, é vencedora a equipe que concluir primeiro.

PLANO DE AULA EDUCAÇÃO INFANTIL:TEMA ARTES


Hoje iremos realizar um trabalho de colagem e pintura em grupo. A professora irá confeccionar uma árvore macieira de papelão, com aproximadamente 80 cm de comprimento, na parte do caule será feita com rolinhos de papel higiênico pintados de marrom, a parte das folhas serão coladas folhas colhidas no pátio, as frutas serão feitas de fundo de garrafas pet pintadas de vermelha, esta atividade será feita em três etapas. Depois de pronta ficará exposta no cantinho dos trabalhos.

Como já tem plantinhas (flores) na sala de aula, hoje vamos trabalhar com a germinação de grãos, realizando um bonequinho de alpiste, com serragem de madeira, alpiste, meia calça e pote para suporte, para as crianças poderem observar o desenvolvimento da plantinha, ficando o bonequinho exposto na sala de aula.

Desenvolvimento da aula – 13/09/2012 (Quinta-Feira)

• Reconhecer as cores;

• Desenvolver movimentos de coordenação motora ampla

Vamos terminar nossa árvore, hoje vamos confeccionar as frutas.

Com os fundos de garrafa pet iremos pintar de vermelho, para colar na árvore. Depois de pronta será exposta no cantinho dos trabalhos.

Vamos nos mexer?

Ao som das músicas do DVD da Xuxa, iremos realizar a brincadeira do “mestre mandou”, com atividades de coordenação motora ampla como: pular em um pé só, levantar o braço esquerdo e o direito, etc.

Desenvolvimento da aula – 14/09/2012 (Sexta-Feira)

• Desenvolver atitudes de observação;

• Produzir trabalhos de Arte utilizando a linguagem do desenho.

Hoje iremos realizar um passeio nos arredores da escola, observando o ambiente, se existem lixo jogado nas ruas, árvores plantadas e animais soltos, etc.

Ao retornar do passeio, a professora irá perguntar a eles o que foi visto, em um papel pardo a professora irá colocar a fala de cada criança sobre o que observou. Após eles irão registrar com desenho coletivo, fazendo um painel com o título “Conhecendo e preservando o meio em que vivo”.

PLANO DE AULA EDUCAÇÃO INFATIL:ARTES



• Desenvolver a oralidade através da história contada;

• Desenvolver coordenação motora fina

• Produzir trabalhos de Arte utilizando a linguagem do desenho.

A professora irá explicar aos alunos que estamos na “Semana Farroupilha”, que esta semana é muito importante para os gaúchos, também irá dizer que durante estes dias, poderão vir com trajes típicos.

A professora irá contar a lenda do “Chimarrão”, utilizando fantoches. A professora irá precisar ajudantes para manusear os fantoches enquanto a professora lê a história. Os fantoches serão confeccionados de papel e palito de sorvete, o cenário dos fantoches tem na escola.

A Lenda do Chimarrão

Era uma vez um índio guarani que vivia triste, pois já não podia mais sair de casa para as guerras, nem mesmo para caçar e pescar, pois estava bem velhinho, vivendo com sua linda filha Yari, que o tratava com muito amor e carinho.

Um dia, Yari e seu pai receberam uma visita de um homem em sua casa, sendo o homem muito bem tratado. Ao amanhecer, o homem falou para o índio que era enviado de Tupã, Deus do Trovão, e quis retribuir-lhes a bondade dizendo que atenderia a qualquer desejo do índio.

. O velho guerreiro, sabendo que sua jovem filha não se casou para poder ficar com ele, pediu para o homem algo que deixasse ele forte novamente, para que Yari se tornasse livre para casar.

O mensageiro de Tupã entregou ao velho índio um galho de árvore chamado Caá e tornou Yari deusa das ervas e protetora da raça Guarani, sendo chamada de Caá-Yari, a deusa da erva-mate. E assim, a erva foi usada por todos os guerreiros da tribo, tornando-os mais fortes e valentes.

Ao término da história professora mostrará a erva mate para as crianças verem, tocarem, cheirarem, etc.

Com massinhas de modelar, irão confeccionar as personagens da história

Desenvolvimento da aula – 18/09/2012 (Terça-Feira)

• Estimular a criatividade;

• Desenvolver trabalhos em equipe;

• Conhecer a bandeira do Rio grande do Sul;

• Desenvolver coordenação motora fina;

• Reconhecer as cores.

A professora irá mostrar a bandeira do Rio Grande do Sul e perguntará sobre as cores.

Hoje vamos iniciar a confecção da bandeira do Rio Grande do Sul, que será feita de papelão, com 80cmx60cm, que será preenchida com fundo de garrafa pet colada e tampinhas, que serão pintadas com tinta guache nas cores verde, amarela e vermelha, atividade esta que será feita em três etapas

Vamos realizar um trabalho de recorte e colagem coletivos, a professora irá trazer uma cuia de papelão, na parte aonde vai a erva, cada aluno irá colar um pouco de erva mate, na parte da cuia será preenchida com papel colorido (revistas) cortado com tesoura, para trabalhar a coordenação motora fina e colado.

Desenvolvimento da aula – 19/09/2012 (Quarta-Feira)

• Realizar atividades de coordenação motora ampla;

• Estimular a criatividade;

• Aprimorar a musicalidade.

Vamos dar continuidade ao nosso trabalho de confecção da bandeira, hoje iremos trabalhar a cor vermelha, com tampinhas de garrafas pintadas de vermelho, para preencher o meio de nossa bandeira.

Vamos nos mexer?

Ao som da música do “Pezinho”, vamos realizar movimentos de coreografia.

Os alunos irão dançar a dança tradicionalista do “Pezinho”.

Desenvolvimento da aula – 21/09/2012 (Sexta-Feira)

• Desenvolver coordenação motora fina;

• Aprimorar a musicalidade;

• Produzir trabalhos de Arte utilizando a linguagem da pintura.

Vamos terminar nossa bandeira, com papelão, tinta guache e fundos de garrafas pet.

A professora irá trazer variadas músicas gaúchas para cantar e dançar.



PLANEJAMENTO AULA EDUCAÇÃO INFANTIL:ARTES

Temática do Estágio: Criando e recriando meu mundo através da Arte.
Sub-tema da semana: Através da Arte vou aprender sobre meu país e suas belezas naturais.
Justificativa: O tema foi escolhido após conversas realizadas com a professora regente do Maternal II e das observações feitas durante os cinco dias, visto que as crianças constroem conhecimentos de forma significativa quando as atividades propostas envolvem as Artes, como desenhar, ouvir histórias, confecção de materiais, etc.
Através das Artes as crianças desenvolvem melhor suas capacidades e habilidades, pois propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e por meio das Artes o aluno amplia a sensibilidade, a percepção, a reflexão e a imaginação, valorizando a sua cultura e conhecendo outras, além de se trabalhar regras e limites, auxiliando no processo de socialização dos alunos.
Objetivos:
 • Conhecer a importância das Artes no desenvolvimento da expressão, da criatividade e da socialização infantil, ajudando na construção e ampliação das habilidades artísticas, trabalhando a percepção, memorização, imaginação, atenção e concentração, atividades estas essenciais para o processo de ensino-aprendizagem.

• Utilizar diversos materiais gráficos e plásticos para ampliar suas possibilidades de expressão e comunicação;

• Produzir trabalhos de arte, utilizando diversas linguagens artísticas, como do desenho, da pintura, da colagem, das músicas, da literatura, dos jogos teatrais e da construção,

• Desenvolver o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação;

• Estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais;

• Respeitar a diversidade e desenvolver atitudes de ajuda e colaboração;

• Trabalhar a coordenação motora ampla e fina.

Áreas do Conhecimento e Conteúdos Linguagem Oral e Escrita

Ampliar e integrar a fala das crianças em contextos comunicativos;

Estimular o uso correto do vocabulário através de histórias contadas de livros infantis;

Reconhecer seu nome escrito sabendo identificá-lo em diversas situações do cotidiano.

Matemática

Explorar a noção de quantidades, tempo, espaço, através da observação e manipulação de diversos materiais. Identificar cores e formas geométricas.

Natureza e Sociedade

Explorar o ambiente em que vivem.

Conhecer e reconhecer os lugares e suas paisagens.

Ampliar os conhecimentos sobre higiene e saúde.

Conscientizar os alunos sobre a importância da reciclagem para a conservação do meio ambiente.

Movimento

Desenvolver as habilidades motoras amplas,

Realizar movimentos através da dança e expressão corporal, explorar qualidades como força, velocidade, equilíbrio, resistência e flexibilidade.

Música

Conhecer e reconhecer os variados estilos musicais,

Perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos através da música, trabalhar a memória, a audição e a apreciação.

Artes Visuais e Cênicas

Trabalhar na produção artística através de desenhos livres e dirigidos, exploração e utilização de alguns procedimentos necessários para desenhar, pintar, modelar etc,

Desenvolver a criatividade, a interação social e a expressão corporal através dos jogos teatrais.

Desenvolvimento da aula- Segunda - Feira- Dia 03/09

Objetivos Específicos: • Desenvolver a linguagem oral;

• Proporcionar interações sociais;

• Estimular a criatividade através de atividades lúdicas do faz-de-conta;

• Ampliar o conhecimento de si próprio, identificar suas características e qualidades pessoais,

• Reconhecer cores e formas geométricas.



07hs45min às 08 horas- Acolhidas das crianças

08 horas às 08hs15min – Chamadinha e calendário

A chamadinha será feita através da casinha, o aluno que estiver na aula, seu nome estará dentro da casinha.

O calendário estará exposto na sala, ao chegar iremos ver como está tempo (ensolarado, quente, frio, chuvoso, etc), o dia da semana e do mês.

08hs15min às 08hs30min- Higiene

Lavar as mãos antes do café, explicar aos alunos porque devemos lavar as mãos antes das refeições.

08hs30min às 09 horas- Café da manhã

Cantar a música: Meu lanchinho

Meu lanchinho

Meu lanchinho

Vou comer

Vou comer

Pra ficar fortinho

Pra ficar fortinho

E crescer

E crescer



1º Momento: li. A dinâmica de apresentação consiste na brincadeira da batata quente, formando um círculo, ao som de uma cantiga de roda (Para este momento irei perguntar qual a cantiga que eles conhecem), será passado um objeto, ao término da cantiga será perguntado ao aluno seu nome, onde mora e com quem mora.

Está atividade além de propiciar a socialização, permitindo que a professora conheça os alunos e também que eles se conheçam melhor.

2º Momento:

Como estamos na “Semana da Pátria, a professora irá perguntar a eles se sabem o que vai ser comemorado no dia “Sete de Setembro”, com o auxílio do notebook, a professora irá contar a “Fábula das Três Cores “de Ziraldo.
A professora irá mostrar a Bandeira do Brasil no notebook e pedir para eles reconhecerem as cores da Bandeira.

Brincar de faz-de-conta: em uma caixa a professora irá colocar papeizinhos com o desenho de diversos objetos relacionados com a história, como: céu, mar, barco, pássaro, bandeira e sol, pedindo para um aluno retirar um papel, após verem a figura, cada um irá fazer de conta que é o objeto citado. Os jogos de imaginação permitem ao aluno expressar livremente a percepção que ele tem do mundo.

A professora irá montar um painel com o nome da história e os desenhos utilizados na brincadeira, para serem trabalhados durante a semana.

Recreio com brincadeira livre na pracinha.

10hs50min às 11 horas - Higiene

11 horas às 11hs30min - Almoço

11hs30min às 11hs50min - Escovação e ida ao banheiro

11hs50min às 13hs30min – Hora do sono

Desenvolvimento da aula - Terça-Feira- Dia 04/09

Objetivos Específicos: • Identificar a Bandeira como símbolo da Pátria;

• Desenvolver atividades de colagem;

• Reconhecer cores e formas geométricas

• Realizar movimentos de coordenação motora ampla.

1º Momento: Através de um trabalho coletivo de colagem, vamos fazer a nossa bandeira, cada dia será realizada uma etapa, a bandeira será de papelão 80cmx60cm, na parte verde será colado o fundo de garrafa pet verde, na parte amarela será colada rolinhos de papel higiênico pintados de amarelo e na parte azul serão coladas tampinhas de garrafa pintadas de azul, as estrelas serão feitas de tampinhas brancas. Cada dia se trabalhará uma cor diferente, hoje irá se trabalhar a cor verde. Será pedido um dia antes para os alunos levarem garrafas pet verde.

2º Momento: A professora irá cortar o fundo das garrafas e pedir para os alunos colarem na parte verde da bandeira, explicando para eles que é um retângulo,

3º Momento: Vamos nos mexer?

Como relaxamento, ao som de uma música bem suave, os alunos irão realizar atividades de alongamento, onde todos os grandes grupos musculares serão trabalhados.

Desenvolvimento da Aula - Quarta-Feira- Dia 05/09

Objetivos Específicos: • Reconhecer cores e formas geométricas.

• Desenvolver a oralidade;

• Estimular a coordenação motora fina e a criatividade através do uso da massinha de modelar;

• Realizar movimentos de coordenação motora ampla.

1º Momento: Hoje vamos trabalhar a cor amarela. Um dia antes será pedido para os alunos levarem rolinhos de papel higiênico, que vamos pintar de amarelo, depois de seco vamos colar no losango de nossa bandeira.

2º Momento: Com farinha de trigo, sal, vinagre e tempera, irá fazer massas de modelar.

Receita para cada criança: 04 colheres de farinha de trigo, 03 colheres de água, 02 colheres de sal, 01 colher de vinagre e tempera amarela, verde e azul para colorir (cada criança escolherá uma cor), pote para colocar a mistura, esta atividade também trabalha numeral, pois enquanto a professora coloca os ingredientes na bacia, vai contando junto com eles.

3º Momento: Depois de pronta, a professora irá retomar a distribuir um pouco de massa para cada criança, onde irão modelar objetos relacionados com a historinha do Ziraldo, como pássaros, sol, barco, etc. Após os trabalhos serão expostos no cantinho dos trabalhos.

4º Momento: Recreio no pátio com brincadeira livre na pracinha.

Desenvolvimento da Aula - Quinta-Feira- Dia 06/09

Objetivos Específicos: • Reconhecer e diferenciar diversas formas geométricas;

• Estimular a criatividade através de atividades de recorte e colagem;

• Oportunizar a criança o desenvolvimento da coordenação motora fina com atividades de dobraduras;

• Desenvolver o senso rítmico.

• Construir instrumentos musicais com sucatas.

1º Momento: Para finalizar a nossa Bandeira, hoje iremos trabalhar a cor azul: vamos preencher o círculo com tampinhas de garrafa de azul e com tampinhas brancas, vamos fazer as estrelas.

2º Momento: Vamos realizar atividades de dobraduras: com jornal vamos confeccionar chapéus de soldado, depois de pronto as crianças poderão colorir com giz de cera.

3º Momento: Com o material de sucata, pedido um dia antes para os pais levarem, como garrafas pet, potes de lenços umedecidos, entre outros, iremos confeccionar instrumentos musicais, como tambores e chocalhos. As crianças com os chapéus e os instrumentos confeccionados vão cantar a música “Marcha Soldado”.